As pingas que se toma, os tombos que se leva, as mãos que se estendem
Levou um mês para me contratarem e dois para me demitirem. Corte de pessoal, um de cada equipe: sobrou pra cá. E a primeira vez a gente nunca esquece.
Desespero e ansiedade nessa hora não colaboram. Tratei de botar o portfólio em dia, buscar projetos paralelos e assistir à Copa das Confederações. Listo o primeiro, é fazer circular que surge algo em algum momento. Seres humanos que eu não imaginaria apareceram oferecendo ajuda.
Uma entrevista aqui, um freela ali, o rei do pop se vai e eu de volta à atividade. No tempo exato da Seleção de Dunga ganhar essa copinha.
Fica o registro do meu muito obrigado para todos os solidários que tocaram a vuvuzela. Segunda é dia de branco e de preto na São Paulo cinzenta. Como diria o lóki Arnaldo, felicidade tem algo de resistência. Bora levantar.



